Entre os séculos VIII e V a.C., ocorrem migrações de populações gregas a vários pontos do Mediterrâneo, como resultado do crescimento da população, das brigas internas e da busca por novas terras cultiváveis, isso ficou conhecido como Diáspora Grega. O conflito entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa resulta nas Guerras Médicas, vencida pelos gregos.
Os gregos cultivavam oliveiras, trigo e vinhedos. Seu artesanato, especialmente era cerâmica, tem ampla difusão pelo Mediterrâneo. O comércio marítimo é a principal atividade econômica, que impulsiona o aparecimento de padrões monetários e da moeda de metal. A mão de obra escrava é a base econômica.

Quanto à sociedade, Esparta é o maior exemplo da estrutura oligárquica da Grécia antiga. O comando cabe à classe dos esparciatas, que formam a minoria da população. Essa elite mantém o poder por meio do militarismo. Já Atenas é o exemplo de pólis democrática. A democracia ateniense se estabelece a partir de 510 a.C, com as reformas implantadas pelo legislador Clístenes.
GOVERNO DE PÉRICLES (461-429 a.C)

GUERRA DO PELOPONESO (431-404 a.C.)
A rivalidade entre as principais cidade-Estados gregas, Esparta (formou a Liga do Peloponeso) e Atenas (formou a Confederação de Delos), provoca a Guerra do Peloponeso, pela hegemonia do território grego. O estopim é um conflito comercial e marítimo entre Atenas e Corinto, aliada espartana. Os atenienses são derrotados. A Grécia é devastada, e começa a decadência de sua civilização, tornando assim um alvo fácil para a expansão do Império de Alexandre.
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